Moçambique reforçou o seu controlo sobre o movimento do gado para combater o ressurgimento da febre aftosa (FA). A doença, que foi detectada nos distritos de Massingir, na província de Gaza, e Manhiça, na província de Maputo, representa uma ameaça significativa para a indústria pecuária do país.
As autoridades impuseram restrições estritas à circulação de bovinos, caprinos, ovinos e suínos em vários distritos, incluindo Chicualacuala, Mapai, Mabalane, Massagena e Massingir. A proibição estende-se à circulação de animais tanto para reprodução como para abate, bem como ao transporte de ração para gado.
As equipas veterinárias estão a monitorizar activamente a saúde dos animais nas áreas afectadas, realizando inspecções semanais e administrando vacinas. Embora o foco permaneça na província de Gaza, as autoridades estão gradualmente a aliviar as restrições nas províncias de Tete, Manica e Niassa devido à melhoria das condições de saúde animal.
Para mitigar o risco de novos surtos, Moçambique está a trabalhar para identificar as estirpes específicas do vírus que causam as actuais infecções. Amostras de animais infectados estão sendo enviadas para laboratórios de referência para análise, que informarão a aquisição de vacina adequada para uma segunda rodada de imunização.
A febre aftosa é uma doença viral altamente contagiosa que pode causar perdas económicas significativas à indústria pecuária. Ao implementar medidas de controlo rigorosas, Moçambique pretende proteger o seu sector pecuário e salvaguardar a segurança alimentar.













































