À medida que o setor de logística da África evolui, a Unitrans se posiciona como uma parceira confiável e inovadora, oferecendo soluções personalizadas e tecnológicas para apoiar o crescimento do continente a longo prazo. Com mais de um século de experiência e operações em 10 países africanos, a Unitrans construiu uma reputação de resiliência e adaptabilidade.
A cada ano, a empresa transporta 4,4 bilhões de litros de combustível e produtos químicos, opera 4.000 veículos em 300 milhões de quilômetros, administra 100.000 hectares de cana-de-açúcar e transporta mais de 80 milhões de passageiros por meio de seus serviços de transporte regional. “O cenário logístico africano está mudando rapidamente. O sucesso agora reside na flexibilidade, inovação e colaboração sustentadas por dados em tempo real. Planejamos a mudança em vez de apenas reagir a ela. Nossas equipes combinam conhecimento do setor com tecnologias como IA, telemática e análises inteligentes para impulsionar o desempenho”, observou Edwin Hewitt, CEO da Unitrans.
Enfrentando desafios como infraestrutura precária, demanda flutuante e impactos climáticos, a Unitrans transformou adversidades em oportunidades. Do uso de drones na agricultura ao rastreamento avançado no transporte, as inovações da empresa visam melhorar a eficiência, a segurança e a sustentabilidade. A colaboração é fundamental para essa abordagem. “Parcerias fortes não são opcionais, mas são essenciais. Compartilhar dados e alinhar metas em toda a cadeia de suprimentos reduz o atrito e gera agilidade”, acrescentou Hewitt.
A tecnologia desempenha um papel fundamental, mas a Unitrans insiste na integração prática. Hewitt enfatizou que as ferramentas devem agregar valor. Ele afirmou que elas precisam aprimorar a segurança, a produtividade e a gestão de riscos diariamente. Olhando para o futuro, a empresa continua comprometida em fortalecer a espinha dorsal logística da África. “Com as parcerias certas e sistemas inteligentes implementados, podemos construir cadeias de suprimentos resilientes, ágeis e sustentáveis, prontas para o que o futuro reserva”, concluiu Hewitt.










































