O Serviço Nacional de Investigação Criminal de Moçambique (SERNIC) apreendeu quatro presas de elefante, pesando 30 quilos, na província de Tete, impedindo a sua venda ilegal e detendo três pessoas envolvidas no caso. O marfim foi descoberto no domingo na residência de um dos suspeitos, no distrito de Mágoè. Segundo as autoridades, as presas seriam vendidas a compradores moçambicanos por aproximadamente 150 mil meticais.
Um dos detidos negou envolvimento direto, alegando ter atuado apenas como intermediário. “O meu vizinho só me pediu para tirar uma foto. Disse que, depois de fechar o negócio, me daria um pouco”, explicou o suspeito. Outro suspeito afirmou que a sua única função era fotografar o marfim e enviá-lo a um potencial comprador.
A porta-voz do SERNIC em Tete, Celina Roque, confirmou que um quarto suspeito, que se acredita ser o líder do grupo, continua foragido. Ela acrescentou que as investigações sugerem que as presas eram provenientes do Parque Nacional de Mágoè. “Temos um fugitivo, e agentes das instituições competentes já estão no local em busca do suspeito”, afirmou Roque.










































