O governo moçambicano reiterou a sua posição sobre a proibição das exportações de castanha de caju antes da data oficial de início, marcada para 1 de Novembro. Esta medida visa proteger os agricultores locais e evitar o contrabando de castanha de caju em bruto para fora do país.
A proibição, que está em vigor há vários anos, visa garantir que os agricultores recebam preços justos pelos seus produtos. Ao impedir as exportações antes da época oficial, o governo espera evitar um excesso de castanha de caju no mercado internacional, o que poderia fazer baixar os preços.
Apesar da proibição, houve relatos de exportações ilegais. O governo alertou que aqueles que forem apanhados a contrabandear castanhas de caju para fora do país enfrentarão penas severas.
A indústria da castanha de caju contribui significativamente para a economia de Moçambique. A castanha de caju é um dos principais produtos de exportação do país e a indústria proporciona emprego a milhares de pessoas. Ao aplicar a proibição, o governo espera proteger este importante sector e garantir o seu crescimento contínuo.













































