A Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE) do governo moçambicano ordenou o encerramento de uma fábrica de processamento de castanha de caju na Macia.
Ainda não se sabe por que o INAE ordenou o fechamento, mas alguns moradores de Macia reclamaram da fumaça emitida pela queima das cascas das castanhas de caju processadas.
Os trabalhadores foram impedidos de entrar na fábrica na sexta-feira e por isso dirigiram-se à administração local de Macia para manifestar a sua preocupação com a possível perda de empregos e de rendimentos. Mas as autoridades locais também não sabem as razões da decisão do INAE.
A fábrica resulta de um investimento de cerca de três milhões de dólares americanos e foi inaugurada pelo Presidente Filipe Nyusi em outubro de 2018. A fábrica é propriedade do Grupo Português Condor.
A fábrica, que pode processar 10.000 toneladas de castanha de caju por ano, é o maior empregador do distrito de Macia, mas a decisão do INAE pode deixar todos os 700 trabalhadores desempregados.
O Ministério da Agricultura e o Ministério da Indústria e Comércio estão cientes da decisão do INAE, mas não está claro que medidas pretendem tomar.
O Grupo Condor está tentando resolver os problemas decorrentes do fechamento repentino da fábrica, diz “Media fax”.










































